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Mostrando postagens de 2026

Pensamento Livre

  Oi , tudo bem? Faz um tempinho que não apareço, fazendo coisas que gosto por aqui, né? Logo volto, visse? Enquanto a vida nos sobrecarrega, aproveito os momentos de descanso para revisitar alguns projetos antigos. Escuto meus podcast, vejo alguns vídeos e programa de rádio que fiz. E me surpreendo em perceber que hoje não concordo com muito – ou quase nada – do que dizia naquela época. Olha que nem faz tanto tempo assim. É bom entender isso. Quando revejo esse meu material, percebo que ele não foi tão agregadores o quanto imaginei que fosse.  Existia uma confiança exagerada que não sei de onde vinha. Ou, talvez até saiba, mas a verdade é que, graças a Deus, as coisas mudam, e o que ontem fui, hoje não sou. Glória ! Nem tudo foi perdido. Muito pelo contrário. Hoje essas atividades antigas mostram o reflexo do que é meu. Tudo é escola para quem está disposto a enxergar os próprios erros. Por isso, tudo que já foi feito serve como ponto para  uma nova partida para uma nova...

O forró no seu dial - O forró no seu buscador de ondas

  (...) Existe em mim uma recordação de quando criança acordar ouvindo o som do rádio que invadia o quarto e lentamente me acordava. O silêncio era quebrado nas primeiras horas da manhã. O badalar de sino prolongado na mão do comunicador informava a hora para o ouvinte seguido de um forrozinho danado de bom. Hoje é gostoso saber que naquela época o som vinha direto de uma agulha no vinil ou uma fita k7, tocadas na vitrola ou no toca discos.  O forró nosso de cada dia, mas conhecido vulgarmente como “música regional” era o nosso despertador matinal. Trio Nordestino, Jorge de Altinho, Assisão, Azulão, Genival Lacerda, Quinteto Violado, Aciole Neto, Os Três do Nordeste, Marinês, Jackson do Pandeiro e claro Luiz Gonzaga, entre outros tantos. A programação e o forró tocava e existia, isso era fato, mesmo que em uma hora específica, sempre muito cedo e depois no final da tarde. A capital pernambucana e toda região metropolitana vivia esse momento de puro suco musical de “nordestinid...

Sofia França, lança “Forte” Primeiro Single Do Álbum Florada Ao Vivo Gravado No Teatro Apolo

O vapor maligno da revolução cultural interna

“O Curta Metragem “Filhos do Sertão” não deixa de ser um trabalho desenvolvido por um grupo de artistas, que embora, tenha como ponto fundamental e central a música Filhos do Sertão , da banda Vapor Maligno, mostra também um ideal “unir” e dar visão ao coletivo que é sempre a maior expressão cultural. Em alguns segmentos nada se consegue sem coletividade. Em uma terra onde na maior parte do tempo é de quem prega, da boca para fora o coletivo, e toma decisões que só atendem o próprio ego e, é ai que surge chutando o balde da falsa oralidade a Vapor Maligno, sempre correndo no sentido contrário da lógica egoísta cultural local.  O umbigo cultural de Pernambuco poderia ser muito bem uma cidade multicultural e que esteve presente de maneira essencial em todas as revoluções do estado, mas na revolução cultural interna, t em muito para ser discutido ainda.  O vapor que emana do quintal, a coletividade de verbalizar de maneira democrática, impõe referências que não se limitam a uma p...